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Por Carla Santos

Atualização sobre o diagnóstico da infecção por FeLV e sua aplicabilidade na rotina clínica

Veja quais são as dúvidas mais comuns relacionadas à doença

A infecção pelo vírus da Leucemia Felina (FeLV) é uma das doenças infecciosas mais comuns em gatos de todo o mundo. Mesmo descoberto há mais de 50 anos, as graves alterações clínicas associadas à infecção pelo retrovírus ainda denotam grande importância no diagnóstico e nas medidas para prevenção da doença. 

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Recentemente, um estudo apontou que a alta taxa de infecção está presente em regiões com menor poder aquisitivo. Este resultado foi obtido após a comparação entre a prevalência do FeLV e a renda per capita em todo mundo. Mais de 2 milhões de gatos já foram testados na região da América do Norte, para pesquisa de antígeno para o viral, e a taxa de positivos é de 2,3% a 3,1% de acordo com a população estudada. No Brasil, a real prevalência do vírus não é conhecida devido ao baixo número de animais testados e poucos dados publicados. A prevalência descrita está entre 12% e 22%, mas o número amostral total não é representativo da população de gatos no país.

É fundamental o papel do médico-veterinário na disseminação de informação aos tutores sobre a importância do diagnóstico e prevenção ao FeLV. A infecção pelo retrovírus na maioria dos casos, acarreta alterações clínicas graves e fatais. E esse desfecho clínico, além de ocasionar a perda do paciente, leva a um grande desgaste emocional e financeiro dos tutores. Adotar os testes de diagnóstico na rotina clínica, não só por especialistas em medicina felina, e medidas de prevenção, é o caminho mais curto para reduzir a prevalência da doença.

Como se dá a transmissão do Vírus da leucemia felina?

Gatos virêmicos eliminam constantemente milhões de partículas virais pela saliva, o que faz dela a principal fonte de infecção. O vírus pode ser eliminado em outros fluidos corporais como secreção nasal, leite, urina e fezes, no entanto o valor é menos representativo. O FeLV é transmitido horizontalmente entre gatos “amigos” ao se higienizarem, e entre gatos com comportamento agressivo através de mordedura. O compartilhamento de comedouro e bebedouro, mesmo que com um potencial menor, também são fontes de contaminação. A transmissão vertical ocorre por via transplacentária, através da higienização que a mãe faz diariamente nos filhotes ou durante a amamentação.

Após exposição ao vírus qual o comportamento do vírus no organismo do hospedeiro?

Após exposição ao vírus, pela via oronasal, ocorre a replicação viral no tecido linfoide orofaríngeo. O curso da infecção irá depender da resposta imunológica do hospedeiro. Gatos com resposta imune eficaz conseguem conter a replicação viral e eliminar o vírus do organismo antes da viremia. Já os gatos com resposta imunológica ineficaz, após a replicação viral local, há disseminação do vírus em linfócitos e monócitos circulantes (primeira viremia). E dentro de aproximadamente três semanas ocorre a infecção da medula óssea, onde as células precursoras hematopoiéticas acometidas produzem granulócitos e plaquetas infectadas que circulam por todo organismo do hospedeiro (segunda viremia). Além da medula óssea, há replicação viral também em tecidos linfoides distantes, tecido epitelial e mucosas. A partir da primeira viremia os gatos tornam se infectantes. Alguns gatos apresentam uma resposta imunológica parcialmente eficaz capaz de inibir a replicação viral e algum momento da viremia, mas não o suficiente evitar a integração DNA pró-viral no genoma do hospedeiro. Nesse momento esses animais deixam de ser fonte de infecção para outros gatos.

Quais são os tipos de infecção que o gato pode desenvolver após exposição ao vírus?

Todos os gatos são suscetíveis à infecção pelo vírus da leucemia felina. Os gatos jovens apresentam uma chance maior em desenvolver a viremia persistente após exposição ao FeLV. No entanto, a resistência descrita com a idade não é absoluta e depende da pressão da infecção. O risco de contaminação de um gato adulto aumenta na convivência com um gato virêmico ao passar do tempo. Recentemente, a classificação da infecção pelo FeLV foi redefinida com base nos resultados de métodos moleculares utilizados para o diagnóstico. Os gatos em contato com o vírus podem desenvolver infecção progressiva, regressiva ou abortiva. A evolução da infecção pelo FeLV é muito diferente em cada animal. Esse desfecho, além de depender do estado imunológico e da idade do gato, também é afetado pela patogenicidade do vírus, pela pressão da infecção, concentração viral e fatores genéticos tanto do vírus quanto do hospedeiro.

O que é a infecção progressiva pelo FeLV?

A infecção progressiva é a condição de viremia persistente após exposição ao FeLV. Os gatos com infecção progressiva são aqueles com resposta imune ineficaz. Eles apresentam intensa replicação viral inicialmente nos tecidos linfoides, e a seguir na medula óssea e nos tecidos epiteliais mucosos e glandulares.

Na maioria dos casos, a persistência da viremia por mais de 16 semanas leva ao estado infeccioso pelo resto da vida do animal. A infecção da mucosa e a infecção glandular está associada a excreção de vírus. Gatos com infecção progressiva desenvolvem doença associada ao FeLV, e a maioria morre até 3 anos. O risco de desenvolvimento de infecção progressiva fatal depende principalmente do estado imunológico, da idade e da pressão da infecção. Esses animais apresentam baixos níveis de anticorpos neutralizantes detectáveis e resultado positivo para qualquer teste diagnóstico (tabela1).

O que é infecção abortiva pelo FeLV?

Experimentalmente, a infecção abortiva é possível em gatos que sofrem exposição a uma baixa carga do FeLV. Na atualidade, não se sabe a frequência com que essa situação ocorre de fato na natureza. A infecção abortiva está relacionada a uma resposta imune celular e humoral eficaz. Após exposição pela via oronasal, a replicação viral no tecido linfóide local é interrompida e animal não desenvolve viremia.  Esses animais apresentam níveis elevados de anticorpos neutralizantes e resultado negativo para qualquer outro teste diagnóstico (tabela 1).

O que é a infecção regressiva pelo FeLV?

A infecção regressiva ocorre quando o sistema imune consegue frear a viremia, replicação viral, antes ou pouco após a infecção da medula óssea. Na infecção regressiva a viremia termina em semanas ou meses. Na maioria dos gatos, a viremia dura apenas 3 a 6 semanas, mas pode persistir por até 16 semanas. Sendo que em aproximadamente três semanas haverá a infecção das células da medula óssea. Durante todo o período de viremia o gato elimina o vírus e é fonte de infecção. Após contida a replicação viral, não ocorre mais a eliminação do vírus e o gato deixa de ser infeccioso para outros animais. Esses gatos apresentam baixo risco de desenvolver doenças associadas ao FeLV, embora haja integração do vírus ao seu genoma. O vírus pode permanecer integrado em um pequeno número de células por um longo período, enquanto está sendo mantido sob controle pela resposta imune parcial. Os genes virais podem ser eliminados em 90% dos gatos após 30 meses de infecção regressiva. Esses animais apresentam o teste de triagem para pesquisa de antígeno negativo e PCR para DNA pró-viral positivo (tabela 1).

Qual é a relevância clínica da infecção regressiva?

A prevalência de infecção regressiva pode variar de 1% a 25% na população estudada. No geral a prevalência de infecção regressiva é subestimada. Os grandes estudos epidemiológicos utilizam como método diagnóstico a pesquisa de antígeno viral no sangue (teste ELISA ou Imunocromatográfico), assim não conseguem diagnosticar gatos com infecção regressiva. A relevância clínica dos gatos com infecção regressiva é pontual. Esses animais não eliminam o vírus na saliva e assim não transmitem o FeLV por via natural. No entanto, pode ocorrer a transmissão do DNA pró-viral de um gato com infecção regressiva para outro animal através da transfusão de sangue. E o gato receptor pode desenvolver a infecção progressiva pelo FeLV.  A reativação da infecção é outra questão, um gato regressor pode evoluir à infecção progressiva. Em situações de imunossupressão há redução de anticorpos neutralizantes. O estresse e o uso de dose alta de glicocorticoides podem favorecer a reativação da infecção. Isso ocorre porque mesmo durante a infecção regressiva o gato mantém as informações necessárias para a produção de partícula viral completa.

Como é feito o diagnóstico para infecção pelo FeLV?

Inicialmente, o diagnóstico da infecção pelo FeLV deve ser feito com a pesquisa de antígeno viral p27 no sangue (plasma, sangue total ou soro). Esse teste é denominado teste de triagem, e no mercado nacional há disponibilidade de teste com metodologia ELISA e imunocromatografia. O teste de triagem é de fácil realização, com resultado rápido, adequado para uso no consultório. A presença do antígeno viral confirma o diagnóstico de um gato virêmico. No entanto, gatos com doença associada ao FeLV e teste de triagem negativo não descarta completamente de infecção pelo vírus. Sendo assim, a utilização de métodos moleculares de diagnóstico, como a PCR para pesquisa de DNA pró-viral, é preconizada para o diagnóstico de infecção em alguns pacientes.

Nesse ano, a American Association of Feline Practitioners publicou orientações atualizadas sobre a infecção pelo FeLV. Em relação ao diagnóstico, a diretriz enfatiza que há necessidade de mais de um exame para confirmação de um resultado do teste de triagem. O plano de diagnóstico é dividido em dois níveis, um primeiro momento com a pesquisa de antígeno viral e um segundo momento para confirmação do resultado. Entretanto, dois testes podem não ser suficientes para elucidar o status de infecção principalmente em gatos com resultados discordantes. Com o desenvolvimento de métodos moleculares de diagnóstico é mais fácil admitir e visualizar a fluidez do estado de infecção pelo FeLV.

Quais as principais causas de um resultado falso negativo e um falso positivo no teste de triagem?

As principais causas de um resultado falso negativo no teste de triagem é a baixa concentração de antígeno viral p27 (ex. gatos com infecção regressiva), a utilização do soro como amostra na realização do teste, e a realização do teste de triagem com menos de 30 dias de exposição ao vírus. Há uma tendência a falso positivo com o uso de sangue total, principalmente em uma região de baixa prevalência para infecção pelo FeLV. Devido as implicações clínicas de um teste com resultado positivo, a confirmação do resultado se faz necessário principalmente em pacientes assintomáticos.

Por que o exame da PCR ou qPCR para pesquisa de DNA pró-viral no sangue não deve ser utilizado sozinho no diagnóstico da infecção pelo FeLV?

O exame da PCR ou qPCR (Reação em cadeia da polimerase ou Reação em cadeia da polimerase em tempo real) é um método muito sensível, que envolve a amplificação das sequências de genes do FeLV para melhor detecção. O DNA pró-viral pode ser detectado no sangue e tecidos infectados através deste exame. O resultado positivo indica a exposição ao vírus e que seu material genético foi integrado ao genoma do hospedeiro. No entanto, o resultado da PCR positivo não confirma a viremia, que é um fator importante no manejo clínico do paciente. Assim, o exame da PCR para pesquisa de DNA pró-viral não substitui o teste de triagem no diagnóstico da infecção pelo FeLV.

Em qual situação a realização da PCR para pesquisa de DNA pró-viral no sangue se sobrepõe ao teste de triagem?

A situação clínica mais comum ocorre quando um gato é adotado e o tutor não tem condições de manter o animal separado de outros contactantes durante o tempo recomendado para realização do teste de triagem. A detecção de antígeno viral p27 pelos testes de triagem é recomendada somente após um período mínimo de 30 dias após exposição ao FeLV. Portanto, pesquisa de antígeno viral pode levar a um resultado falso negativo no momento da adoção. Já o DNA pró-viral pode ser detectado no sangue em duas semanas após exposição ao FeLV. Nessa situação, a PCR é uma melhor escolha como teste inicial com menor chance de ocorrer um resultado falso negativo.

Em qual situação está indicado a PCR para pesquisa de DNA e RNA viral na saliva de gatos?

A realização do diagnóstico da infecção pelo FeLV através da PCR da saliva está indicada principalmente quando não há possibilidade de coleta de amostra de sangue. Os gatos de rua, gatos ferais representam a população onde há indicação deste método de diagnóstico. A eliminação de RNA viral é grande na saliva de gatos com infecção progressiva, mas na infecção regressiva não há eliminação de ácido nucleico na saliva. Assim, apesar de ser mais uma ferramenta para o diagnóstico da infecção pelo FeLV, há limitações no uso da técnica.

Como a avaliação quantitativa do DNA pró-viral em tempo real (qPCR) auxilia no manejo clínico do paciente positivo para o FeLV?

Com a técnica de qPCR é possível quantificar o número de cópias de DNA pró-viral por mL de sangue em um gato infectado com o FeLV. Há uma correlação significativa entre o número de cópias de DNA pró-viral e a concentração de antígeno p27 no sangue. Esse método diagnóstico é uma ferramenta importante para classificação da infecção em gatos positivos para o FeLV. Um estudo recente, determinou que gatos com o número de cópias de DNA pró-viral acima de 1 x 106 cópias por mL de sangue é classificado com infecção progressiva. Ao contrário, gatos com infecção regressiva apresentam um número inferior a 1 x 106 cópias por mL de sangue. Acredita-se que a avaliação do número de cópias de DNA pró-viral no hospedeiro pode auxiliar no acompanhamento clínico e terapêutico, assim como determinar o prognóstico do paciente felino.

Quais são as doenças associadas a infecção pelo FeLV?

As doenças associadas a infecção pelo FeLV são os linfomas, leucemias, mielodisplasia, imunossupressão, desordens hematológicas, doenças imunomediadas, neuropatias e desordens reprodutivas. Gatos infectados com o FeLV tem 62x mais chance de desenvolverem linfoma ou leucemia que gatos não infectados. Essa relação ocorre pela a inserção do genoma viral no genoma celular do hospedeiro próximo a um oncogene celular (myc), que resulta na ativação e super expressão desse gene. As doenças imunomediadas ocorrem em resposta a atividade excessiva e desregulada do sistema imunológico ao vírus. A anemia hemolitica, glomerulonefrite, uveíte e a poliartrite imunomediada já foram descritas em gatos positivos para o FeLV. E as principais desordens hematológicas encontradas são a anemia regenerativa ou arregenerativa, neutropenia cíclica, trombocitopenia, anormalidade de função de plaquetas, aplasia medular e panleucopenia.

Quais são as medidas de prevenção contra a infecção pelo FeLV?

As medidas de prevenção contra infecção pelo FeLV são a identificação e segregação dos gatos positivos, e a vacinação contra o vírus dos animais negativos. O uso combinado do teste e o programa de vacinação é eficaz na redução da prevalência do FeLV. Essa foi a principal razão para o decréscimo da prevalência do FeLV na Europa e na América do Norte. A vacinação pode não impedir a integração do DNA pró-viral após a exposição ao FeLV, de contra partida protege contra a infecção progressiva. A duração da imunidade contra o vírus, em animais vacinados, pode variar de 12 a 24 meses. A vacinação prévia não interfere no resultado do teste de triagem, se o animal precisar ser retestado. Isso se deve ao fato que o teste de triagem pesquisar antígeno viral e não a presença de anticorpos.

Qual é o protocolo vacinal contra o FeLV segundo as diretrizes da American Association of Feline Practitioners (AAFP)?

  Desde 2013, a diretriz de vacinação da AAFP, recomenda a vacinação contra o FeLV para todos os gatos menores de um ano de idade por serem mais suscetíveis a infecção. Os filhotes podem ser vacinados a partir de 8 semanas de vida e devem receber duas doses da vacina com intervalo de 3 a 4 semanas. A primeira revacinação deve ser feita um ano após o protocolo vacinal inicial. As demais revacinações irão depender do estilo de vida e do risco de exposição. Gatos com alto risco de exposição ao FeLV devem ser revacinados anualmente. Aqueles que apresentam baixo risco, podem ser revacinados a cada 2 anos.

Podemos vacinar animais sem conhecer o status de infecção pelo FeLV?

Atualmente, existem três diretrizes de vacinação para gatos (AAFP, WSAVA e ABCD Europe) e todas indicam identificar o status de infecção pelo FeLV antes da vacinação. A vacinação não reduz a importância do teste de triagem para identificar e isolar gatos com infecção progressiva. Se um gato é vacinado sem conhecimento do seu status de infecção, e em determinado momento apresentar infecção progressiva pelo FeLV, a eficácia vacinal será questionada. Não há valor terapêutico em vacinar em gatos infectados, e caso a vacinação ocorra, há risco potencial de reações adversas.

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Carla Santos

Graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Fluminense. Pós Graduada em cirurgia de pequenos animais pela Universidade Castelo Branco. Mestre em Medicina Veterinária com ênfase em Felinos pela Universidade Federal Rural do rio de Janeiro (UFRRJ). Aluna de doutorado do Programa de Pós Graduação em Medicina Veterinária com ênfase em Felinos pela UFRRJ. Preceptora do Programa de Residência de Clínica Médica dos Gatos Domésticos da UFRRJ.

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